O pessoal do Greenpeace não descansa nunca! Precisamos ajudar na proteção deste pequeno paraíso em alto mar
O por do sol em Abrolhos é indescritível, todo dia é diferente, todo dia é lindo! Um dia, tentando achar um ângulo melhor, minha câmera quase caíu no mar!
Se eu pudesse, ficava ali dia e noite de vigília e não deixava nada e nem niguém maltratar este paraíso..... mas não é assim que funciona, temos que ir direto em quem tem o poder!
As ilhas também servem como ninho para as fragatas, que sobrevoam o mar em busca de peixes. Já vi várias fragatas roubando peixe do bico dos atobás, pois elas detestam entrar no mar! Os atobás sim, estes são ótimos mergulhadores e pescadores
Tirei esta foto durante a maré baixa na ilha Redonda, onde aparecem as típicas pedras negras de origem vulcânica.

Um Atobá cuidando de seu único filhote. A ilha serve como "ninhal" dessas aves marinhas (horizonte geográfico)
Abrolhos visto de cima parece uma aquarela em tons de azul....Quantas vezes já nadei de uma ilha à outra só de snorkel, observando a vida lá embaixo.....(foto: horizonte geográfico)Apesar de tanto tempo longe de Abrolhos, me lembro de cada pedacinho daquelas ilhas, e ainda sinto o cheiro bom do mar.....Mas agora, o cheiro é de confusão por lá. Afinal, já faz algum tempo que querem transformar Abrolhos em uma zona de exploração de petróleo. Para quem não conhece este arquipélago no sul da Bahia, ali existe um grande banco de corais e é a mais importante zona de biodiversidade do Atlântico Sul. Ali nasceu o primeiro Parque Nacional Marinho do Brasil. É claro que sempre tem uma pesca predatória para atrapalhar. Mas nada tão ameaçador como a exploração de petróleo! Imagine aquele óleo bruto se espalhando pelas águas cristalinas em alto mar.....Isso pode ser fatal para a natureza exuberante que vive ali. Há corais que chegam a mais de 7 mil anos de idade! Além disso, são 1.300 espécies, entre tartarugas, peixes, aves e baleias. A visita mais frequente do lugar é a baleia jubarte, que vem da Antártida procriar em suas águas límpidas e mornas. Pois é, o governo brasileiro já fez licitação para 10 empresas e 13 blocos de exploração na região. Se acontecer um acidente como o do Golfo do México, além de ser fatal para a natureza, pode colocar fim ao turismo e a pesca da região, que garante a sobrevivência de mais de 80 mil pessoas. Como um bem natural de inquestionável importância, Abrolhos deve ficar fora dos planos de exploração do governo!
Quem for contra esta exploração, assine aqui (se não conseguir é só entrar no site do greenpeace)
http://www.greenpeace.org/brasil/pt/Participe/Ciberativista/Deixe-as-baleias-namorarem/

















