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sábado, 10 de setembro de 2011

Parque Nova Baden

O velho cassino da cidade de Lambari funcionou por apenas um dia, antes de ser proibido no Brasil! A cidade é porta de entrada para o parque Nova Baden, a 5 km de distância.
Nada como parar para um descanso na "Trilha dos Troncos". Eu e minha irmã não pensamos duas vezes, e com o som dos pássaros e o barulho da água, a vontade era de tirar uma soneca ali naquele tronco....
A "Trilha dos Palmitos" é perfeita para começar a esquentar a longa caminhada que temos pela frente! (calphotos)
Uma das cachoeiras da trilha das Sete Quedas. A água gelada convida a um banho de roupa e tudo nos dias mais quentes do verão!
O macaco-prego anda solto por todo lado, às vezes nos seguindo, e parece rir da nossa cara o tempo todo!
As araucárias predominam em meio a mata atlântica. O clima super agradável nos faz perder a noção da hora... (calphotos)
Assim que chegamos ao parque, é esta a visão que temos da estrada de terra, com a casinha vermelha na recepção com as informações necessárias.

"Um grupo de macacos, percebendo a aproximação de seus perigosos parentes, e na tentativa desesperada de mantê-los afastados, lançou imediatamente suas armas biológicas de efeito moral devastador sobre os intrusos". Esta cena, digna de um filme de ficção, se deu quando nosso grupo fazia o levantamento das trilhas do Parque Estadual de Nova Baden. E as armas biológicas usadas pelos macacos eram seus próprios excrementos. Intrusos educados que somos, saímos de fininho em outra direção, deixando nossos amigos reinarem novamente.
Este parque estadual fica localizado no município de Lambari, no extremo sul de Minas Gerais e possui 350 ha de pura mata atlântica. Na área do parque podemos ver exemplares típicos da nossa mata atlântica, como o gigante jequitibá, peroba e cedro. E é claro, as belíssimas araucárias!!! Espalhadas por todo lado, foram introduzidas pelo Dr. Américo Wernek, proprietário da antiga fazenda onde hoje funciona o parque. Ele chegou à região em 1889, com uma ideia na cabeça e uma vontade no coração: desenvolver um projeto ambiental e de fruticultura com a comunidade vizinha. O que ele não sabia, porém, é que um dia se desencantaria com o nosso sistema político a tal ponto que abandonaria tudo para nunca mais voltar. Originário da região de Baden Baden, na Alemanha, ele foi a inspiração para o nome do parque depois. Segundo a constituição brasileira, todos têm o direito a um ambiente ecologicamente equilibrado. Mas compartilhar essas responsabilidades não deveria ser mera retórica e sim uma exigência da realidade. São Necessárias milhares de ações, e não basta esperar que o governo faça tudo sozinho. O parque é integrado à rede de Unidades de Conservação da Serra da Mantiqueira e tem importância fundamental na preservação da mata atlântica. Nem toda a área do parque está aberta a visitação (ainda bem!).
Então vamos às trilhas:
A "Trilha dos Palmitos", como o próprio nome diz, é uma pequena floresta de palmitos em meio à mata atlântica. E, embora seja a mais curta das trilhas, o canto das árvores nos distrai por longos minutos percebendo a natureza ao redor. Na "trilha dos Troncos" (tem vários deles espalhados pelo caminho) a caminhada pode durar de 30 a 50 minutos, sendo a mais longa de todas. Vai depender de seu fôlego ou vontade de parar e observar algum minúsculo pica-pau fazendo seu trabalho. A "Trilha das Sete Quedas" é uma trilha contínua em meio a cachoeiras, jequitibás, araucárias, bem-te-vis e.......ops, nossos amiguinhos assustados do começo dessa estória!
Se ainda não somos o "Planeta dos Macacos", é melhor cuidarmos para sermos sempre o planeta água, terra verde e animal (no bom sentido, é claro!)

domingo, 4 de setembro de 2011

Terra indígena protegida!

Índios Kayapó brincando na aldeia. Alegria, inocência e amor à natureza em sua forma mais pura! (foto pirlimpimpim.com)
As pequenas índias Pataxó faziam fila para sentar ao meu lado, enquanto eu ouvia o pajé da aldeia"Barra Velha", na parte baixa do Monte Pascoal, próxima a praia. Um dia para ficar na memória!
Indiazinha Karajá segurando um filhote de tartaruga tracajá à margem do rio Araguaia. O filhotinho já estava com o anel de marcação do IBAMA, um modo de acompanharmos seu desenvolvimento até a fase adulta.Parte das terras dos índios, onde também será construída a usina de Belo Monte. Infelizmente no Brasil, as questões de energia são decididas pelos políticos e não por tecnicos ou cientistas conhecedores do assunto (foto Dida Sampaio - Agência Estado)Artefato usado pelos índios em dia de festa e também vendido como artesanato.Pulseira utilizada pelos KayapóAldeia dos Kayapó ao sul do Pará. Eles priorizam seus recursos naturais, mas a pressão dos madeireiros em troca de dinheiro já está fazendo alguns mudarem de ideia... (foto Cristina Mittermeier)

Em agosto publiquei uma matéria sobre a proteção das terras indígenas Kayapó ( http://www.folhadomeio.com.br ). Infelizmente, nos ultimos 10 anos, os índios Kayapó não resistiram à pressão dos madeireiros e acabaram também se envolvendo na exploração de madeira nobre, especialmente o mogno. É incrível como o homem branco, com sua ganância, alterou os hábitos dos índios nas últimas décadas! Um estudo feito pela ONG Conservação Internacional diz que fora das terras dos Kayapó há uma vegetação terrivelmente alterada pelo homem. São as madeireiras, a pecuária e a agricultura extensiva que detonam aquela área ao sul do Pará, chamada de Amazônia Legal. Tamanho é o estrago que a região está sendo chamada de "Arco do Desmatamento"! Diante disso, os pesquisadores conseguiram recursos para viabilizar projetos de recuperação ambiental dentro das terras indígenas Kayapó. O mais importante é conseguir evitar o desmatamento em um dos maiores trechos contínuos de floresta tropical protegida do mundo! Já tive breve contato com os índios Karajá (quando fui voluntária no rio Araguaia, entre Mato Grosso e Goiás) e com os índios Pataxó (durante um trekking que fiz no sul da Bahia). Sei o quanto eles são vulneráveis e susceptíveis a receber dinheiro fácil. Também sei o quanto eles amam suas terras, priorizando a proteção de seus recursos naturais, e seriam incapazes de maltratá-la. Pois ali pulsa o verdadeiro coração de toda a aldeia!!!!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Santo Google Ocean!

As estrelas-do-mar vivem em quase todos os mares, principalmente perto de praias rochosas ou portos. Elas ADORAM comer moluscos, crustáceos e (argh!) vermes marinhos! E ainda continuam enfeitando os fundos de areia......(foto: fotoseimagens)
Peixinhos "Sargento" se aproveitam do vai e vem das marés para buscar comida na água tão clara!!! Ah se todos os mares fossem assim....(foto: jornalbahianorte)
Parece um arranjo de flores! Esses corais, além de deixar o fundo do mar mais belo, ainda servem de abrigo a vários peixinhos e crustáceos que vivem e se alimentam ali (foto: walpapers.com)
Todos os oceanos de nosso imenso planeta poderão ser visitados e 'mergulhados' sem nem sair de casa. Já pensou que delícia mergulhar ao lado de tubarões-baleia na Nova Zelândia ou com lobos-marinhos na Antártida? (foto: eternosaprendizes)
Esta foi a única foto tirada por mim aqui. Logo se vê, pela qualidade da fotógrafa, que o peixe "Cangulo" queria sair correndo dali, com medo de não sair bem na fita!
Estamos a um passo de entrar nos mares mais profundos e mais distantes, que só a mente pode alcançar. Estou pronta, e você? (foto: reconciliare.com)




Realmente, eu tenho que tirar o chapéu para Mr. Google! Um especialista britânico em vida marinha e uma oceanógrafa se uniram à equipe do google para colocar os oceanos no "Google Earth". As novas tecnologias da internet agora permitem que os usuários explorem o fundo do mar em três dimensões. Vários parceiros, como a Marinha dos EUA e a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN) têm contribuído com informações. Esta é uma ferramenta avançada, tanto para pesquisadores quanto para usuários comuns que querem conhecer os mares mais a fundo, literalmente! A maioria de nós pensa nos oceanos como uma vasta e longínqua extensão, às vezes azul e brilhante, às vezes fria e rude de dar medo. Não é de hoje que os oceanos estão em um estado lastimável em muitos lugares do planeta! Afinal são séculos de poluição, de pesca comercial em grande escala e barcos enormes com tecnologias cada vez mais poderosas. Pelo menos dessa vez a tecnologia está do lado certo, ajudando pesquisadores na solução dos problemas. E todos nós ganhamos com isso. Com a evolução da câmera e a localização por satélite, será criado um novo gênero de filmes da vida selvagem. O olhar de espectadores, como eu, vai se confundir com o olhar dos animais. Ou pode parecer que estamos nadando lado a lado com um cardume de pequenos peixes.......ou grandes, já pensou???
Me perdoem os que têm medo de águas profundas, mas esta combinação perfeita de tecnologia e imagem vai poder levar os oceanos à mente de qualquer pessoa......e sem precisar se molhar com uma gota sequer!!!!


domingo, 21 de agosto de 2011

Lanzarote

Ilha de Lanzarote e seus "vulcõezinhos", que dão todo o charme da ilha no Arquipélago das Canárias. Localizada entre a ilha da Madeira, Espanha e próxima a Marrocos, acho que eu iria lá até nadando!!!
Viderias crescendo em "Vulcanicas Lapilli", em Lazarote (La-geria-vines). As pequenas paredes curvas de pedra são tradicionalmente usadas para proteger as videiras do vento constante.
Um dos muitos hotéis da ilha: "Sandos Papagayo" (foto alpharroms.com). Com a vista deslumbrante da playa de papagayo, como diminuir a onda de turistas na ilha? Impossível!!!
El Golfo, na Vila de Yaiza. Separando o lago verde entre a ilha e o mar, uma faixa de areia negra, formada quando da erupção de um vulcão!
La Graciosa, outro pedacinho perdido na ilha.
Na ilha de Lanzarote, a famosa Playa de Papagayo fica no Parque Natural "Los Ajaches". A praia é uma belíssima enseada de areia dourada protegida do vento por uma colina rochosa. É uma das mais visitadas no verão!
As Playas de Papagayo vistas de cima. Elas estão localizadas ao sul da ilha. Na verdade, são quatro praias de águas calmas de azul turqueza: Playa Mujeres, Playa de Papagayo, Playa El Pozo e Ródas Puerto Playa.
As Montanhas Del Fuego e seus inúmeros vulcões extintos. É um conjunto de vulcões na ilha de Lanzarote. As ilhas Canárias têm essas formações rochosas extravagantes devido a sua origem vulcânica a 35 milhões de anos atrás. E a ilha, assim como várias outras, surgiu da separação dos continentes Africano e Americano. Quanto fogo eles derramaram tempos atrás....
Caverna de Los Verdes (foto Luc L. viotour). As cavernas de Lanzarote e sua formação vulcânica impressionam!

Neste Arquipélago espanhol, proximo a Morrocos e ilha da Madeira, é sempre primavera! As ilhas Canárias receberam este nome no período greco-romano, quando o rei da Numídia mandou reconhecer o local, e depois lhe disseram que ali havia um grande número de cães (canárias = ilhas dos cães). Mas quero falar de Lanzarote, a mais pitoresca das ilhas do arquipélago. Embora eu não a conheça 'pessoalmente' (AINDA!), o sangue espanhol que corre em minhas veias me diz que não está longe de acontecer.....Quem sabe quando for visitar minha irmã em Barcelona?!

Lanzarote é um daqueles lugares que tinha tudo para não ter nada! Isso pela sua aparência áspera e com raras manchas verdes, que não esconde sua origem vulcânica. O que mais dizer de um pedaço de terra moldado pelo magma e esculpido de beleza natural? Talvez por isso a ilha seja conhecida como um pedaço de Arte/Natureza perdio no Atlântico. O Parque Nacional de Timanfaya tem o nome do grande vulcão adormecido, que no passado soterrou várias aldeias com seu manto negro de lava. Já no Vale de La Geria, no mês de agosto, o manto negro se cobre de verde e a zona dos vinhedos fica ainda mais bela. Num lugar tão inóspito, como as viderias conseguem crescer? Graças a pequenos muros circulares de pedra que impedem que a pouca água existente se evapore. A Vila de Yaiza, ao sul da ilha, é o ponto de encontro entre os vulcões e o Atlântico. Ali o mar azul engoliu parcialmente uma cratera e criou uma praia, El Golfo, deixando para trás um pequeno lago verde separado por uma faixa de areia. Com uma beleza única e tanta fragilidade a UNESCO resolveu classificar a ilha como "Reserva da Biosfera" em 1993.

Apesar do vulcão Timanfaya estar dormindo como um anjo a séculos, a erupção de hotéis e a 'lava' de turistas a cada ano começa a ameaçar este paraíso inóspito nas águas do oceano Atlântico!!!

domingo, 14 de agosto de 2011

Andando por aí...

Escultura de cerâmica em exposição em um dos pátios da Pinacoteca. Uma fonte de água multicolorida em meio aos paredões de tijolo antigo do museu. Há muito pra se ver em um dia!!!
Teatro Municipal de São Paulo. Só pude ver do lado de fora, pois estava fechado nesse dia. Bela arquitetura no centro da cidade e ponto de encontro de intelectuais e artistas. Fica próximo à Galeria do Rock e da estação da República.Belíssima pintura em uma parede do museu. Contemporâneo e colorido, do jeito que eu gosto!
As famosas lanternas japonesas vendem como água na feirinha de sábado da "Liberdade". Muitos artefatos orientais, outros nem tanto. Mas, definitivamente, um pit stop necessário!
Andando pela avenida Paulista, não poderia deixar de ir na livraria Cultura, sonho de consumo para muitos leitores como eu ! Dentro da galeria um cachorro gigante e seu dono me cativaram.
Para quem curte Rock, do mais leve ao mais pesado, não pode deixar de conhecer a "Galeria do Rock". Desça na Estação da República e ande um pouco pela rua 24 de maio até a galeria. São 4 andares com 450 lojas, a maioria de rock. Realmente ali é um espaço onde as tribos urbanas convivem pacificamente e contribuem para quebrar preconceitos. É claro que eu aproveitei para comprar minha camiseta dos Beatles (sou da parte mais light do rock)!
O Mercado Municipal é mesmo gigantesco! No final da tarde você não pega aquele burburinho todo das pessoas circulando. No andar de cima há restaurantes e pequenos lanches. Pequeno é um jeito sutil de dizer, pois o famoso pastel de bacalhau parece tão grande quanto o próprio mercado, e o pão com mortadela chega a ser um verdadeiro escândalo!!!
Construída no século XIX para sediar a Companhia São Paulo Railway, a Estação da Luz por muitos anos foi a principal porta de entrada à cidade. Por ali passava nossa maior riqueza: o café a ser exportado no Porto de Santos. Quando a cidade de São Paulo ainda era pouco industrializada, a Torre do Relógio da estação dominava a paisagem urbana da época. Passeio imperdível!
Os trens ali não ficam parados, tamanha a quantidade de gente que entra e sai a todo o tempo.
A beleza da estrutura metálica de ferro fundido foi toda trazida da Inglaterra no século XIX e montada aqui. Um engenheiro inglês fez o projeto que, depois de pronto, ficou semelhante à "Flinders Street Station", uma estação australiana em Melbourne.
O Parque Jardim da Luz foi ianugurado como Jardim Botânico em 1798 e mais tarde se transformou no primeiro jardim público da cidade. Nos anos 70 o Jardim da Luz ficou praticamente entregue à prostituição e tráfico de drogas. Na década de 90 ele foi todo restaurado e hoje é um lugar agradável para um passeio entre árvores magestosas e esculturas de vários artistas.
Detalhe do Jardim da Luz, visto da varanda do "Café Flor". Depois de um lanche reforçado nada melhor que uma caminhada por entre muito verde e esculturas coloridas espalhadas no jardim.
O Museu da Língua Portuguesa está do outro lado da rua, bem em frente à Pinacoteca. O Museu está localizado no centenário prédio da Estação da Luz. De acordo com a moderna museografia, o acervo do museu, nosso idioma, é um "patrimônio imaterial", então não pode ser guardado em uma redoma de vidro e ser exposto ao público. Interessante este pensamento, pois assim tudo o que está exposto no museu interage com o público numa frenética troca de palavras!!!
"Flor Café", a cafeteria da Pinacoteca tem boas opções para lanches e almoços rápidos. Que delícia aquele capuccino e o pastel de ricota e palmito! Do lado de fora, a varanda agradável convida a um chá com vista deslumbrante do Jardim da Luz. Aliás, luz natural é o que não falta!
Detalhe do lustre de uma das sacadas da Pinacoteca. A beleza está nos pequenos detalhes....
A imponência do prédio da Pinacoteca enche os olhos logo que saímos da estação. O museu mais antigo de São Paulo abriga um dos maiores acervos da arte brasileira dos séculos XIX e XX. Ainda conserva um núcleo de pinturas e esculturas oitocentistas européias. Um charme!
Logo na entrada da Pinacoteca me deparo com este cavalo em tamanho real e várias pessoas escrevendo bilhetes para ele. Como assim? Depois fui tentar entender o artista. Paul Ramirez Jonas, um californiano, esculpiu este cavalo de cortiça segundo as normas do renascimento italiano, tendo como referência a matriz clássica de Marco Aurélio, localizada na Praça do Capitólio em Roma. Sob o cavalo há um espaço onde as pessoas depositam bilhetes, notas e ideias. Assim o humor, os sentidos e a arte convivem num mesmo espaço. O que era para ser um monumento de bronze a atravessar os séculos, como na antiguidade, é feito aqui de um material leve e frágil, como a cortiça.



Em um dia apenas dá para fazer muita coisa! Especialmente se você, por um acaso, foi parar em São Paulo num dia desses.... Sem sombra de dúvida, pegar o metrô e descer na Estação da Luz é uma ótima escolha! Ali há uma bela mistura de arte, cultura, muito verde e muita gente (que não quer perder o trem!). Bem à sua frente está a Pinacoteca, um dos mais importantes museus de arte do Brasil, fundado em 1905. Andar pelas inúmeras galerias e labirintos deste antigo "Liceu de Artes e Ofícios" de São Paulo é tarefa que exige uma boa memória para não se perder como Minotauro! Confesso que tive ímpetos de voltar à infância e brincar de pique-esconde como nos velhos tempos.... Atualmente a Pinacoteca está com 4 exposições: Gerhard Richter (fotografias e pinturas do artista alemão), Arte como Registro (uma série de fotografias em preto e branco), Arcanjelo Ianelli (pinturas, desenhos e gravuras), Sérvulo Esmeraldo (esculturas e pinturas) e Paul Ramirez (escultura). Andando por aí, sem pressa e sem hora para terminar é tudo de bom!!!