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sábado, 20 de janeiro de 2018

Nossa casa


Praia limpa ao final do dia. Por que não pode ser assim sempre?


                                               

A "nossa casa" precisa de cuidado e carinho. É triste e desapontador o que já estamos cansados de ver nos jornais e na TV sobre a quantidade incalculável de plásticos que o ser humano produz e descarta na natureza. Por mais que se recicle, ainda é pouco diante de toneladas que estão a vagar por aí. É preciso conter o avanço das Mudanças Climáticas em prol de um mundo sustentável para todos nós. Parece clichê, mas é a pura verdade. Cientistas já alertaram que o aumento da utilização de plásticos é tão significativa que, em 2050, os oceanos terão mais desses detritos do que peixes. O pior de tudo é que esse tipo de notícia nem impressiona mais. Ainda assim, me recuso a achar que é tudo uma consequência normal do mundo capitalista de consumo em que vivemos. Sou adepta do consumo consciente, comprou um , reciclou outro. Há tantos outros exemplos... Um surfista de Santa Catarina faz pranchas com garrafas Pet super resistentes. O Projeto Prancha Ecológica/ Eco Garopaba já levou suas pranchas sustentáveis a vários países. Além de pranchas, essas garrafas podem passar por vários processos, depois de trituradas, para se transformarem em tecidos, placas que imitam madeira, revestimentos de parede, móveis e várias outras invenções bacanas. Quando esses plásticos não são recolhidos eles acabam nos rios, mangues e oceanos. Os manguezais são ambientes equilibrados, com suas árvores e raízes retorcidas submersas na lama e água salobra, são berçários naturais para diversas espécies animais, e são responsáveis pelo carbono azul (absorção de CO2). Em tempos estranhos como esses, com tantos furacões, tempestades e inundações, são os mangues que protegem as encostas naturalmente, enfrentando com coragem as loucas mudanças do clima! Já vi alguns desses mangues sendo destruídos no sul da Bahia para projetos imobiliários, e tantos outros poluídos com restos de material plástico que ficam enroscados em suas raízes. As praias, que tantos apreciam, precisam mais de nosso carinho. Ao final do dia, é só olhar para suas areias e vemos todo o rastro de lixo deixado para trás... Muito triste. Mas tudo tem solução, precisamos dar o exemplo para as gerações que estão vindo depois da nossa. Quem sabe eles não terão no futuro um mundo melhor que este aqui, só precisamos deixá-lo em condições habitáveis, não é nada de outro mundo! Quem ama cuida. 

Manguezal preservado , ambiente saudável.


domingo, 7 de janeiro de 2018

Simples assim. Será?

Um novo ano, ai que preguiça! Enquanto todos estão animados em começar "uma vida nova", instituir a  eficácia, a eficiência e a efetividade em tudo que se faz daqui pra frente... Eu fico aqui pensando que tudo vai ser simples assim, nenhum espetáculo no front, nenhuma decisão bombástica, nenhum cataclisma anunciado, nenhum desvio de conduta, a vida segue normal com alguma pequena mudança aqui outra ali, nada de mais. Só quero navegar em águas tranquilas...

A verdade é que estou esgotada com a política, arrasada com a falta de escrúpulo, chocada com o terrorismo, pasma com a censura... Mas mesmo assim eu prefiro viver, ou sobreviver a essas intempéries. E então começa a segunda semana do ano e eu só quero arregaçar as mangas e chutar tudo isso para o alto. A vida agora ganha um novo sentido, mil planos surgem do nada, aparecem centenas de cursos para fazer, um ano vai ser pouco. Agora tudo vai ser diferente! Será? Sou louca eu? Preciso de tratamento?


sábado, 23 de dezembro de 2017

Afinal é tempo de comemorar!


O Natal é isso aí e não há como mudar. Por mais que alguns "desconectados com o mundo mas antenados com a chatice" digam que têm ojeriza a essa época e blá blá blá. O Natal é ter as ruas enfeitadas, as árvores iluminadas, muitos sorrisos nos rostos de pessoas que você nem conhece. Tudo bem que as lojas e shoppings ficam cheios de gente comprando sem parar. E daí? Isso é o capitalismo, nada mais.  Até os que falam mal do Natal acabam comprando presentes. Aliás, nessa época eu compro mesmo para todo mundo que eu gosto. E gasto sem dó o meu suado dinheirinho..... Afinal é Natal! 

É também quando eu me lembro o que já havia concluído antes: cadê os meus problemas? Na verdade tenho muito pouco, ou quase nenhum. Mas é que em outras épocas eles se agigantam de tal forma para depois muitos sumirem feito fumaça! E para os que ficam reclamando das festas de Natal e Ano Novo, relaxem em casa assistindo TV - longe de tudo isso - e guardem suas energias para o carnaval que vem por aí!