Translate

quinta-feira, 11 de março de 2010

Luz do Sol... Luz da Lua

( O sol nascendo faz acordar um Atobá, pronto para começar sua jornada de caça ao peixe no mar)
(Uma tempestade se formando na ilha Siriba. Mas o mar continua com seu azul piscina e águas mornas, convidando a um mergulho)
(Parte da ilha Redonda que serve de ninhal para as Fragatas , outra ave marinha. As pedras da praia são resultado da formação vulcânica das ilhas)
(Atobá mãe protegendo seu filhote no alto da ilha de Santa Bárbara. A vegetação rasteira é típica dessas ilhas, onde não há sequer uma árvore, nem água potável.)
(Casal de Atobás curiosos com essa maluca por ali logo nas primeiras horas da manhã)
(Farol de Abrolhos na ilha de Santa Bárbara no final do dia, já quase sem luz)
(Fiquei nas pedras um bom tempo olhando o infinito e as mudanças da maré na única prainha ali em frente)



Quando morava em Prado - Bahia, fui a Abrolhos várias vezes. É um arquipélago formado por 5 ilhas no meio do oceano. Voltarei a falar mais de Abrolhos em outro post no futuro. Mas é que hoje acordei iluminada, sabe como é?! Os primeiros raios de sol da manhã no fundo azul do céu me inspiraram. E olha que estou agora no meio de uma cidade imensa, cercada de prédios, a anos luz do mar. Mas, desta natureza de concreto, consegui abstrair apenas o sol, que me fez viajar novamente lá para a ilha de Santa Bárbara, em Abrolhos. Naquele ano foram dias e dias seguidos vendo sol nascer no mar com a manhã, depois ir embora do outro lado da ilha, e a lua surgir borbulhando na água até alcançar o céu. O único meio de comunicação do pessoal da ilha com a terra firme é através do rádio-farol, já que não há telefone e nem luz elétrica. O farol de Abrolhos foi construído na França e inaugurado ali em 1861, ainda durante o reinado de D. Pedro II. Até hoje é mantido pela marinha do Brasil, única população residente na ilha, cerca de 5 famílias, além de pesquisadores e voluntários ocasionalmente. Pena que tirei esta foto bem na hora que o barco balançou e apareceu a "sombra" da grade lateral. Foi nessa que quase perdi minha câmera! Passei quase 4 meses no arquipélago, durante a temporada de verão, com algumas idas e vindas à terra firme. Chegar lá é fácil: pega-se uma escuna, ou lancha, ou veleiro, que sai de Caravelas diariamente. Há vários passeios turísticos de um a três dias. Também há boas agências especializadas neste tipo de passeio, como a "Abrolhos Turismo", já que Caravelas vive disso. A cidade, uma das mais antigas do Brasil (1581), fica a 36 milhas náuticas do arquipélago. Dependendo do tipo de barco, a viagem pode ser curta ou longa, com ou sem emoção. A opção mais rápida é de lancha, cerca de duas horas e meia. Ah, se você enjoa fácil com o balanço do mar, é melhor se prevenir antes, já que no meio do caminho não dá mais para voltar. Mas logo, logo, com aquela visão do oceano Atlântico, você esquece (quase) tudo que ficou para trás. Ao final do dia, sem mais trabalho ou pesquisa a fazer, eu pegava minha câmera e ía para o ponto mais alto da ilha registrar as várias nuances do pôr do sol. Fazia isso todos os dias como um relógio, era um prazer incalculável! Só lamento não ser uma fotógrafa de verdade....essas minhas fotos de papel (que depois tiveram que passar pelo scanner para colocar aqui) não chegam nem aos pés do visual ao vivo e a cores. Pelo menos essas imagens estão na minha memória para sempre. Às vezes tinha a companhia de um atobá (ave marinha) afoito querendo voltar ao ninho. Quando escurecia, era a lua minha companheira, e com ela vinham os pensamentos de longe, bem longe. Pego aqui emprestado de um filósofo o mesmo pensamento meu. Concordo que a vida é uma caixinha de surpresas. Muitas vezes fazemos coisas que nos vêm à cabeça (pura intuição?). Outras vezes pensamos tanto, mas tanto, que o tempo passa e nada fazemos. Realmente...como dizia o filósofo: Se Freud fosse poeta, em vez de falar em consciente e inconsciente, diria: Nós, assim como a Terra, somos iluminados ora pelo Sol, ora pela Lua. Com o sol, o mundo brilha e nos enche de cores e formas, além de nos fazer trabalhar. A luz suave da lua é cheia de sombras e dúvidas, mas é sob essa luz que amamos. Agora, cá entre nós....que sorte a Terra estar sempre girando para captar essas luzes tão distintas, senão o que seria de nós?

sexta-feira, 5 de março de 2010

Navegar, viajar, divagar....

(O nascer do sol na Costa do Descobrimento é algo pra ficar na memória eternamente! Foi lá no mar pré histórico que tudo começou e onde está o nosso futuro e o futuro do planeta.)
(No meio do caminho uma parada para tomar água e refrescar a memória. Uma parada que remete à lendária via férrea Bahia-Minas. O jegue aí no coqueiro ajuda na travessia dos mais cansados, ou que já estão com os pés em petição de miséria e querem socorro.)

(A famosa casa de coral na praia, a caminho de Corumbau. Será que ainda está lá? Será que a tempestade destruíu? Será que o mar já levou, reclamando o que era seu de fato? Preciso voltar lá um dia e averiguar. Faz parte de meu diário de bordo.)

(Quando passei por este manguezal, já estava quase anoitecendo. Pensei que a foto nem ía sair direito. Saindo de Caraíva, com a maré baixa, as nuvens vão se acotovelando umas às outras, anunciando aquela chuva típica de verão. E depois, com o céu limpo de novo, outra visão: a lua, linda de morrer! É a noite avisando que é hora de dar um descanso para os pés.)


Navegar é preciso....Fernando Pessoa estava certo. Mas vou um pouco além: viajar é preciso! Viver todas as experiências que as viagens nos levam. Carregar as lembranças na memória, nas fotos, nos diários de bordo. Sem fazer grandes planos, apenas viajar. Existe coisa melhor? Ser capaz de navegar por mares, culturas e continentes até em pensamento é um privilégio. Ainda bem que meu trabalho como bióloga me permite desvendar tantos outros lugares que jamais imaginaria ir por conta própria. Também vou longe nas aulas que dou sobre meio ambiente. Certa vez, fazendo um trekking por Cumuruxatiba, sul da Bahia, me deparei com uma ponte feita de cipó e madeira que ligava um pequeno riacho na parte de baixo na praia até lá no alto da falésia. Impossível não registrar esta imagem! Morava ali um velho homem que, impedido de morar em sua cabana na areia (construída por ele, com corais tirados do fundo do mar. Proibido por lei!), fez da ponte sua única ligação com o mundo exterior e foi morar lá do outro lado. Infelizmente não foi possível conhecê-lo. Ele não quis nos receber. Entendo....mas fico pensando, o que faz alguém se desligar do mundo, pelo menos em parte, e se refugiar no seu mundo particular? Bom, cada um tem sua história, seus mistérios. Eu não me canso de sentir novos aromas no ar, folhas, incenso, espuma do mar. Conhecer novas comidas, caminhos, sorrisos. Nem todos os caminhos são fáceis, é verdade. Mas qual seria a graça? Na Bahia tive que atravessar rios à pé, na maré baixa, e de canoa, na maré alta. Subir e descer as muitas falésias do litoral baiano (vendo tudo lá de cima, dá vontade de ir cada vez mais longe, até onde a vista não alcança). Passar por áreas de manguezal, com lama nos pés e inúmeros caranguejos assustados. Dá para sentir que você realmente faz parte deste mundo! Acho que me adapto fácil a qualquer lugar, situação, recurso. Habito terras sem fim, viajo para fora e dentro de mim. Como é bom ser livre na alma. Meu porto seguro é onde eu estou. Dar a volta ao mundo? Não é este meu objetivo. Não é minha pretensão conhecer todos os lugares do planeta mas, essencialmente, aqueles que valem à pena, e muitas vezes não estão nem nos guias de viagens ou indicações turísticas. Esses sim, merecem ser descobertos!

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Falando em ouro......Ouro Preto!

(Vista parcial de Ouro Preto com o Pico do Itacolomi ao fundo. Cidade com um enorme apelo fotográfico, diga-se de passagem. Desde a década de 80 é protegida pela Unesco como Patrimônio Cultural da Humanidade. Encantadora e acolhedora. Escondida no meio das montanhas, para se chegar lá é preciso pegar uma avião até Belo Horizonte e depois um ônibus para Ouro Preto. Vale à pena!)
(Assim são as ruas de Ouro Preto, estreitas e com mil loginhas e restaurantes bem juntinhos, grudados uns aos outros. É uma delícia passear por essas ruas e ladeiras bem coloridas e com uma surpresa em cada porta!)
(Achei fantástico este detalhe do teto de um dos museus de Ouro Preto. Além da pintura delicada e colorida, o lustre todo entalhado em madeira. Nota 10!)
(Só não me lembro o nome, mas este é um restaurante muito charmoso e aconchegante. Esta cristaleira ao lado tem fotos e lembranças deixadas por pessoas famosas que passaram por ali. A comida? Nem precisa falar que era uma delícia!!!)
(A igreja Nossa Senhora do Rosário é muito linda, toda redonda, fica no meio do caminho de uma rua muuuuuito inclinada. Não pudemos entrar porque ela estava fechada nesse dia. Que pena....mas não menos fascinante!)
(O Museu da Inconfidência fica bem em frente à Praça Tiradentes. Muito bem estruturado, com guias e bastante informação. Ali você tem uma noção de como eram sofridos aqueles tempos. Quem fosse contra o governo estava literalmente perdido!!!)
(Feirinha de artesanato em Pedra Sabão em frente à igreja São Francisco de Assis. É um material com enorme plasticidade. Considerada maleável como o sabão para se fazer esculturas, mas pode ser tão dura e resistente como o mármore. A pedra sabão começou a ser utilizada no século XV na Europa. A nobreza já sabia o que era bom. No Brasil ela está ligada diretamente ao barroco mineiro. Foi o veículo da imaginação do gênio da arte Aleijadinho, nos áureos tempos. E aí, alguém vai resistir? )
(A igreja São Francisco é o maior símbolo do barroco mineiro e onde se destaca a obra de Aleijadinho. Sua construção, em 1766, foi financiada pela Ordem Terceira de São Francisco de Assis. Aleijadinho é o responsável pela sua ornamentação, toda em talhe e estuque, uma obra prima! A igreja é tombada pelo IPHAN desde 1938.)
(Na parte alta da cidade de Mariana, algumas igrejas se destacam em meio às montanhas e o céu azul. À esquerda, a igreja de São Francisco de Assis; à direita, a igreja de Nossa Senhora do Carmo. Em frente há uma estrutura de madeira que servia de açoite aos escravos por qualquer ato de desobediência, ou mesmo nenhum. Ainda bem que tudo acabou!)


A cobiça é mesmo ancestral..... Antes de 1700, aventureiros já haviam descoberto nas terras de Minas umas estranhas pedras negras no fundo de um riacho. Qual não foi a surpresa quando, ao trincar uma delas sem querer, descobriram que era ouro! A cidade de Ouro Preto nasceu a partir de então, quando esses aventureiros foram se instalando aos poucos na região em busca do famoso metal. No seu apogeu, surgiram inúmeras construções e igrejas em estilo barroco. É...o ouro reluzia até dentro delas. Inclusive, a 2º igreja com mais ouro no Brasil está ali (mas é proibido fotografar!), a primeira fica no Pelourinho, em Salvador. Mas para que tanto ouro? Os portugueses levaram quase tudo para além mar! Ainda bem que, desde a década de 80, a cidade é protegida pela UNESCO, como Patrimônio Cultural da Humanidade. Mesmo assim, percebo que é preciso ter um pouco mais de cuidado com esta vila rica encantadora. A educação pede passagem, por favor! Esta minha viagem durou dois dias. Ficamos na Pousada Chico Rei, próxima ao Museu da Inconfidência, na praça Tiradentes, um encanto! Dali se faz tudo a pé: os museus, infinitas igrejas, loginhas de artesanato local, o casario antigo, ladeiras, ladeiras e ladeiras... Aliás, pernas para que te quero. Carro? Esquece, aquelas ruas não foram feitas para os carros de hoje. Subir e descer as estreitas ruazinhas e passagens de paralelepípedo...isso não é para qualquer um não! Uma atração à parte são os restaurantes e cafés, que foram construídos onde eram os antigos calabouços dos escravos, bem abaixo do nível das ruas. À noite, se tranformam em charmosos pubs com música ao vivo. Um dia realmente é pouco. Vale à pena um passeio de uma hora no trem Maria Fumaça, que vai de Ouro Preto a Mariana, outra simpática cidade histórica. Passar uma tarde ali dá para perceber a pacata vida na cidadezinha, sentar na praça para ouvir os pássaros e até capturar algumas imagens pitorescas. Incrível também é a mostra de cinema de Ouro Preto, que já aconteceu 4 vezes. São várias oficinas e exibições de filmes gratuitos por vários dias. Artistas e cineastas costumam passar por ali. Desde a famosa visita de Orson Welles à Vila Rica (seu antigo nome), a cidade tem mesmo vocação para a cultura cinematográfica. Sem dúvida nenhuma, é um lugar que merece uma segunda visita!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

A bela Serra do Cipó

(Vista geral do Parque Nacional da Serra do Cipó, em pleno período de seca na região, que ocorre no meio do ano. O céu incrivelmente azul e a vastidão do cerrado. Um perigo constante nesta época é o fogo. Todo cuidado é pouco com fósforo, cigarros e fogueiras em campings)
(Do alto da serra a vista vai longe, assim como o pensamento... É um bom lugar para descarregar as energias ruins e repor as boas. Aliás, um abraço forte em uma árvore é capaz de fazer tudo isso, e de graça!)
(Uma das inúmeras cachoeiras da Serra do Cipó. Pena que a foto não deixa ver, mas a água é incrivelmente transparente! Lá no alto há um antigo caminho feito por escravos, que carregavam o ouro das Minas Gerais seguindo as ordens de seus algozes na época dos bandeirantes. Mas é bom evitar os finais de semana com feriado, pois fica completamente lotado e tem fila até para subir nas pedras......é mole!?)

É incrível, mas a menos de 100 km da capital mineira existe um lugar lindo ao sul da Serra do Espinhaço que parece perdido no meio do nada: a Serra do Cipó. Por que este nome? Ora, o rio Cipó desce sinuoso a serra despencando em inúmeras cachoeiras ao longo do caminho. Visto de cima, parece um enorme cipó tortuoso abrindo caminho em meio ao cerrado. Nada mais justo. A região foi um dos primeiros caminhos por onde os bandeirantes passaram em busca do ouro em Minas Gerais. Histórias não faltam, bem como sua fauna mais característica, como o lobo guará e muitos outros. Passei por lá no meio do ano num fim de semana. Época boa para esportistas. Com temperaturas um pouco mais amenas e sem chuva, rapel e caminhada pelas trilhas são ótimas pedidas. Mas se não conhece o caminho, não se arrisque a ir sozinho, o parque é grande e a sinalização é muito falha, por pouco não me perdi! Além do mais, resgates são sempre dispendiosos e levam muito tempo. Importantíssimo levar água, frutas e muito protetor solar, pois o sol é de rachar, a poeira te acompanha o tempo todo e não é nada aconselhável comer frutas silvestres que nunca viu antes. No mais, desfrutar da natureza na sua mais bela forma é tudo de bom!

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Com esse calor só posso pensar na imensidão azul do mar

(Num dia lindo, com o sol da manhã já esquentando, é possível ver os corais submersos, que agora estão sob proteção. Atrás estão os barcos de pescadores e os navios que terão que seguir as novas regras da APA Marinha.)
(Esta foto tirei em 2000 quando mergulhava em Abrolhos, numa hora de folga do trabalho voluntário, fazendo um reconhecimento da área. Usei uma câmera bem barata à prova d'água descartável, e depois de muito tempo resolvi digitalizar a foto já toda arranhada...)

Não sou só eu, mas a própria Agenda 21 fala que o ambiente marinho é parte essencial do sistema que possibilita a existência de vida sobre a Terra. Também não quero ficar aqui chovendo no molhado, mas essa imensidão azul que nos cerca precisa e merece mesmo a nossa proteção. Como pude observar, algumas áreas do litoral do Rio de Janeiro estão mais protegidas agora. Com a criação da APA Marinha e do Parque Natural dos Corais em Armação dos Búzios, os corais que afloram próximos à linha d'água podem respirar tranquilos. É uma forma de melhorar a fiscalização da pesca, delimitar áreas de cerco, definir áreas de ancoragens e manobras de navios e, acima de tudo, ajudar na preservação de espécies endêmicas (que só existem ali). Outro lugar para sempre cativo em meu coração, Abrolhos (arquipélago no sul da Bahia) já é, em tese, protegido como Parque Nacional. Mas agora acaba de receber o título internacional de "Sítio Ramsar". Ou seja, é um reconhecimento da relevância mundial de sua biodiversidade marinha. É bom ressaltar a importância da manutenção das áreas úmidas, como Abrolhos, para conter os impactos das mudanças climáticas. A intenção é que a sociedade conheça e entenda que essas zonas úmidas têm um valor enorme, tanto para a biodiversidade aquática quanto para o clima do planeta. Como não podemos simplesmente bloquear a entrada dessas áreas de grande valor ecológico à exploração, pelo menos temos o dever de tentar protegê-las. Mas uma coisa é certa: tudo o que fazemos ainda é MUITO pouco!!!

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Salve-se quem puder


Acredito no ser humano, ainda que por vezes me envergonhe de pertencer à raça. Como qualquer mortal, me preocupo com o futuro do planeta. O que vamos deixar para as gerações futuras? Muitas pessoas procuram as praias no verão em busca de areias branquinhas e mar azul. Mas a balneabilidade de algumas delas deixa a desejar. Eu mesma me aventurei agora pelo litoral fluminense, na única época em que me foi possível viajar. Caminhar no final da tarde pela areia e ver o sol se despedir é praticamente impossível sem se desviar de tanto lixo. É um exercício de equilíbrio, e 'salve-se quem puder' ! É fato, as pessoas produzem cada vez mais lixo e se descartam dele com uma velocidade maior ainda. O que falta, acima de tudo, é educação, além de políticas públicas eficazes. São milhares de carcaças de coco vazias, copos descartéveis (assim?), restos de comida, garrafas e sacos plásticos "esquecidos" na areia. Isso sem contar os sacos plásticos que vão parar no mar, levados pelo vento. Tartarugas marinhas, como a Chelonia mydas, e baleias acabam engolindo e morrem por asfixia, pois acreditam ser medusas, sua alimentação natural. Certamente, muitas das causas da poluição nos mares e morte de animais marinhos vêm da ação antrópica (do homem). Estará a humanidade perdida????